Leva as pessoas ao pleno conhecimento da salvação principalmente os que estão sendo enganados por falsos pastores, ( IRMÃOS VAMOS ORAR POR ESTAS PESSOAS QUE ASSIM ESTÃO PROCEDENDO DESSA FORMA OU SEJA TIRANDO O FOCO DA SALVAÇÃO QUE ESTA EM JESUS OU yeshua SEU VERDADEIRO NOME )
terça-feira, 30 de agosto de 2011
O movimento chamado "igreja ao gosto do freguês" está invadindo muitas denominações evangélicas, propondo evangelizar através da aplicação das últimas técnicas de marketing. Tipicamente, ele começa pesquisando os não-crentes (que um dos seus líderes chama de "desigrejados" ou "João e Maria desigrejados"). A pesquisa questiona os que não freqüentam quaisquer igrejas sobre o tipo de atração que os motivaria a assistir às reuniões. Os resultados do questionário mostram as mudanças que poderiam ser feitas nos cultos e em outros programas para atrair os "desigrejados", mantê-los na igreja e ganhá-los para Cristo. Os que desenvolvem esse método garantem o crescimento das igrejas que seguirem cuidadosamente suas diretrizes aprovadas. Praticamente falando, dá certo!
Duas igrejas são consideradas modelos desse movimento: Willow Creek Community Church (perto de Chicago), pastoreada por Bill Hybels, e Saddleback Valley Church (ao sul de Los Angeles) pastoreada por Rick Warren. Sua influência é inacreditável. Willow Creek formou sua própria associação de igrejas, com 9.500 igrejas-membros. Em 2003, 100.000 líderes de igrejas assistiram no mínimo a uma conferência para líderes realizada por Willow Creek. Acima de 250.000 pastores e líderes de mais de 125 países participaram do seminário de Rick Warren ("Uma Igreja com Propósitos"). Mais de 60 mil pastores recebem seu boletim semanal.
Visitamos Willow Creek há algum tempo. Pareceu-nos que essa igreja não poupa despesas em sua missão de atrair as massas. Depois de passar por cisnes deslizando sobre um lago cristalino, vê-se o que poderia ser confundido com a sede de uma corporação ou um shopping center de alto padrão. Ao lado do templo existe uma grande livraria e uma enorme área de alimentação completa, que oferece cinco cardápios diferentes. Uma tela panorâmica permite aos que não conseguiram lugar no santuário ou que estão na praça de alimentação assistirem aos cultos. O templo é espaçoso e moderno, equipado com três grandes telões e os mais modernos sistemas de som e iluminação para a apresentação de peças de teatro e musicais.
Sem dúvida, Willow Creek é imponente, mas não é a única megaigreja que tem como alvo alcançar os perdidos através dos mais variados métodos. Megaigrejas através dos EUA adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, espaços para guardar equipamentos, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do McDonalds, tudo para o progresso do Evangelho. Pelo menos é o que dizem. Ainda que algumas igrejas estejam lotadas, sua freqüência não é o único elemento que avaliamos ao analisar essa última moda de "fazer igreja".
O alvo declarado dessas igrejas é alcançar os perdidos, o que é bíblico e digno de louvor. Mas o mesmo não pode ser dito quanto aos métodos usados para alcançar esse alvo. Vamos começar pelo marketing como uma tática para alcançar os perdidos. Fundamentalmente, marketing traça o perfil dos consumidores, descobre suas necessidades e projeta o produto (ou imagem a ser vendida) de tal forma que venha ao encontro dos desejos do consumidor. O resultado esperado é que o consumidor compre o produto. George Barna, a quem a revista Christianity Today (Cristianismo Hoje) chama de "o guru do crescimento da igreja", diz que tais métodos são essenciais para a igreja de nossa sociedade consumista. Líderes evangélicos do movimento de crescimento da igreja reforçam a idéia de que o método de marketing pode ser aplicado – e eles o têm aplicado – sem comprometer o Evangelho. Será?
Em primeiro lugar o Evangelho, e mais significativamente a pessoa de Jesus Cristo, não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são produtos a serem vendidos. Não podem ser modificados ou adaptados para satisfazer as necessidades de nossa sociedade consumista. Qualquer tentativa nessa direção compromete de algum modo a verdade sobre quem é Cristo e do que Ele fez por nós. Por exemplo, se os perdidos são considerados consumidores, e um mandamento básico de marketing diz que o freguês sempre tem razão, então qualquer coisa que ofenda os perdidos deve ser deixada de lado, modificada ou apresentada como sem importância. A Escritura nos diz claramente que a mensagem da cruz é "loucura para os que se perdem" e que Cristo é uma "pedra de tropeço e rocha de ofensa" (1 Co 1.18 e 1 Pe 2.8).
Megaigrejas adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do McDonalds.
Algumas igrejas voltadas ao consumidor procuram evitar esse aspecto negativo do Evangelho de Cristo enfatizando os benefícios temporais de ser cristão e colocando a pessoa do consumidor como seu principal ponto de interesse. Mesmo que essa abordagem apele para a nossa geração acostumada à gratificação imediata, ela não é o Evangelho verdadeiro nem o alvo de vida do crente em Cristo.
Em segundo lugar, se você quiser atrair os perdidos oferecendo o que possa interessá-los, na maior parte do tempo estará apelando para seu lado carnal. Querendo ou não, esse parece ser o modus operandi dessas igrejas. Elas copiam o que é popular em nossa cultura – músicas das paradas de sucesso, produções teatrais, apresentações estimulantes de multimídia e mensagens positivas que não ultrapassam os trinta minutos. Essas mensagens freqüentemente são tópicas, terapêuticas, com ênfase na realização pessoal, salientando o que o Senhor pode oferecer, o que a pessoa necessita – e ajudando-a na solução de seus problemas.
Essas questões podem não importar a um número cada vez maior de pastores evangélicos, mas, ironicamente, estão se tornando evidentes para alguns observadores seculares. Em seu livro The Little Church Went to Market (A Igrejinha foi ao Mercado), o pastor Gary Gilley observa que o periódico de marketing American Demographics reconhece que as pessoas estão:
...procurando espiritualidade, não a religião. Por trás dessa mudança está a procura por uma fé experimental, uma religião do coração, não da cabeça. É uma expressão de religiosidade que não dá valor à doutrina, ao dogma, e faz experiências diretamente com a divindade, seja esta chamada "Espírito Santo" ou "Consciência Cósmica" ou o "Verdadeiro Eu". É pragmática e individual, mais centrada em redução de stress do que em salvação, mais terapêutica do que teológica. Fala sobre sentir-se bem, não sobre ser bom. É centrada no corpo e na alma e não no espírito. Alguns gurus do marketing começaram a chamar esse movimento de "indústria da experiência" (pp. 20-21).
Existe outro item que muitos pastores parecem estar deixando de considerar em seu entusiasmo de promover o crescimento da igreja atraindo os não-salvos. Mesmo que os números pareçam falar mais alto nessas "igrejas ao gosto do freguês" (um número surpreendente de igrejas nos EUA (841) alcançaram a categoria de megaigreja, com 2.000 a 25.000 pessoas presentes nos finais de semana), poucos perceberam que o aumento no número de membros não se deve a um grande número de "desigrejados" juntando-se à igreja.
Durante os últimos 70 anos, a percentagem da população dos EUA que vai à igreja tem sido relativamente constante (mais ou menos 43%). Houve um crescimento, chegando a 49% em 1991 (no tempo do surgimento dessa nova modalidade de igreja), mas tal crescimento diminuiu gradualmente, retornando a 42% em 2002 (www.barna.org). De onde, então, essas megaigrejas, que têm se esforçado para acomodar pessoas que nunca se interessaram pelo Evangelho, conseguem seus membros? Na maior parte, de igrejas menores que não estão interessadas ou não têm condições financeiras de propiciar tais atrações mundanas. O que dizer das multidões de "desigrejados" que supostamente se chegaram a essas igrejas? Essas pessoas constituem uma parcela muito pequena das congregações. G.A. Pritchard estudou Willow Creek por um ano e escreveu um livro intitulado Willow Creek Seeker Services (Baker Book House, 1996). Nesse livro ele estima que os "desigrejados", que seriam o público-alvo, constituem somente 10 ou 15% dos 16.000 membros que freqüentam os cultos de Willow Creek.
O Evangelho e a pessoa de Jesus Cristo não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são produtos a serem vendidos.
Se essa percentagem é típica entre igrejas "ao gosto do freguês", o que provavelmente é o caso, então a situação é bastante perturbadora. Milhares de igrejas nos EUA e em outros países se reestruturaram completamente, transformando-se em centros de atração para "desigrejados". Isso, aliás, não é bíblico. A igreja é para a maturidade e crescimento dos santos, que saem pelo mundo para alcançar os perdidos. Contudo, essas igrejas voltaram-se para o entretenimento e a conveniência na tentativa de atrair "João e Maria", fazendo-os sentirem-se confortáveis no ambiente da igreja. Para que eles continuem freqüentando a "igreja ao gosto do freguês", evita-se o ensino profundo das Escrituras em favor de mensagens positivas, destinadas a fazer as pessoas sentirem-se bem consigo mesmas. À medida que "João e Maria" continuarem freqüentando a igreja, irão assimilar apenas uma vaga alusão ao ensino bíblico que poderá trazer convicção de pecado e verdadeiro arrependimento. O que é ainda pior, os novos membros recebem uma visão psicologizada de si mesmos que deprecia essas verdades. Contudo, por pior que seja a situação, o problema não termina por aí.
A maior parte dos que freqüentam as "igrejas ao gosto do freguês" professam ser cristãos. No entanto, eles foram atraídos a essas igrejas pelas mesmas coisas que atraíram os não-crentes, e continuam sendo alimentados pela mesma dieta biblicamente anêmica, inicialmente elaborada para não-cristãos. Na melhor das hipóteses, eles recebem leite aguado; na pior das hipóteses, "alimento" contaminado com "falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam" (2 Tm 6.20). Certamente uma igreja pode crescer numericamente seguindo esses moldes, mas não espiritualmente.
Além do mais, não há oportunidades para os crentes crescerem na fé e tornarem-se maduros em tal ambiente. Tentando defender a "igreja ao gosto do freguês", alguns têm argumentado que os cultos durante a semana são separados para discipulado e para o estudo profundo das Escrituras. Se esse é o caso, trata-se de uma rara exceção e não da regra!
Como já notamos, a maioria dessas igrejas, no uso do seu tempo, energia e finanças tem como alvo acomodar os "desigrejados". Conseqüentemente, semana após semana, o total da congregação recebe uma mensagem diluída e requentada. Então, na quarta-feira, quando a congregação usualmente se reduz a um quarto ou a um terço do tamanho normal, será que esse pequeno grupo recebe alimentação sólida da Palavra de Deus, ensino expositivo e uma ênfase na sã doutrina? Dificilmente. Nunca encontramos uma "igreja ao gosto do freguês" onde isso acontecesse. As "refeições espirituais" oferecidas nos cultos durante a semana geralmente são reuniões de grupos e aulas visando o discernimento dos dons espirituais, ou o estudo de um "best-seller" psico-cristão, ao invés do estudo da Bíblia.
Talvez o aspecto mais negativo dessas igrejas seja sua tentativa de impressionar os "desigrejados" ao mencionar especialistas considerados autoridades em resolver todos os problemas mentais, emocionais e comportamentais das pessoas: psicólogos e psicanalistas. Nada na história da Igreja tem diminuído tanto a verdade da suficiência da Palavra de Deus no tocante a "todas as coisas que conduzem à vida e à piedade" (2 Pe 1.3) como a introdução da pseudociência da psicoterapia no meio cristão. Seus milhares de conceitos e centenas de metodologias não-comprovados são contraditórios e não científicos, totalmente não-bíblicos, como já documentamos em nossos livros e artigos anteriores. Pritchard observa:
...em Willow Creek, Hybels não somente ensina princípios psicológicos, mas freqüentemente usa esses mesmos princípios como guias interpretativos para sua exegese das Escrituras – o rei Davi teve uma crise de identidade, o apóstolo Paulo encorajou Timóteo a fazer análise e Pedro teve problemas em estabelecer seus limites. O ponto crítico é que princípios psicológicos são constantemente adicionados ao ensino de Hybels" (p. 156).
Nada na história da Igreja tem diminuído tanto a verdade da suficiência da Palavra de Deus no tocante a "todas as coisas que conduzem à vida e à piedade" (2 Pe 1.3) como a introdução da pseudociência da psicoterapia no meio cristão.
Durante minha visita a Willow Creek, o pastor Hybels trouxe uma mensagem que começou com as Escrituras e se referia aos problemas que surgem quando as pessoas mentem. Contudo, ele se apoiou no psiquiatra M. Scott Peck, o autor de The Road Less Travelled (Simon & Schuster, 1978) quanto às conseqüências desastrosas da mentira. Nesse livro, M. Scott Peck declara (pp. 269-70): "Deus quer que nos tornemos como Ele mesmo (ou Ela mesma)"!
A Saddleback Community Church está igualmente envolvida com a psicoterapia. Apesar de se dizer cristocêntrica e não centrada na psicologia, essa igreja tem um dos maiores números de centros dos Alcoólicos Anônimos e patrocina mais de uma dúzia de grupos de ajuda como "Filhos Adultos Co-Dependentes de Viciados em Drogas", "Mulheres Co-Viciadas Casadas com Homens Compulsivos Sexuais ou com Desordens de Alimentação" e daí por diante. Cada grupo é normalmente liderado por alguém "em recuperação" e os autores dos livros usados incluem psicólogos e psiquiatras (www.celebraterecovery.com). Apesar de negar o uso de psicologia popular, muito dela permeia o trabalho de Rick Warren, incluindo seu best-seller The Purpose Driven Life (A Vida Com Propósito), que já rendeu sete milhões de dólares. Em sua maior parte, o livro fala de satisfação pessoal, promove a celebração da recuperação e está cheio de psicoreferências tais como "Sansão era dependente".
A mensagem principal vinda das igrejas psicologicamente motivadas de Willow Creek e Saddleback é a de que a Palavra de Deus e o poder do Espírito Santo são insuficientes para livrar uma pessoa de um pecado habitual e para transformá-la em alguém cuja vida seja cheia de fruto e agradável a Deus. Entretanto, o que essas igrejas dizem e fazem tem sido exportado para centenas de milhares de igrejas ao redor do mundo.
Grande parte da igreja evangélica desenvolveu uma mentalidade de viagem de recreio em um cruzeiro cheio de atrações, mas isso vai resultar num "Titanic espiritual". Os pastores de "igrejas ao gosto do freguês" (e aqueles que estão desejando viajar ao lado deles) precisam cair de joelhos e ler as palavras de Jesus aos membros da igreja de Laodicéia (Ap 3.14-21). Eles eram "ricos e abastados" e, no entanto, deixaram de reconhecer que aos olhos de Deus eram "infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus". Jesus, fora da porta dessas igrejas, onde O colocaram desapercebidamente, oferece Seu conselho, a verdade da Sua Palavra, o único meio que pode fazer com que suas vidas sejam vividas conforme Sua vontade. Não pode existir nada melhor aqui na terra e na Eternidade! (T.A.McMahon - TBC - http://www.chamada.com.br)
Nada a esconder, nada a temer?
Nada a esconder, nada a temer?
Os Estados Unidos estão liderando a Europa e o restante do mundo em direção a uma nova era de vigilância. Na esteira dos atentados de setembro de 2001, os EUA têm produzido tecnologias de segurança que vão desde a coleta de dados nos aeroportos até sistemas de biometria para identificar os visitantes que chegam ao país. Essas tecnologias têm sido exportadas e adotadas ao redor do globo. Entretanto, enquanto a cultura americana libertária e antigovernamental talvez protegerá seus cidadãos dos piores excessos da vigilância das autoridades, os europeus poderão não ter a mesma sorte.
O público britânico, com sua confiança instintiva no governo, tem se mostrado indiferente diante do avanço da vigilância. Mais preocupado em se sentir seguro do que estar em segurança, ele não tem reagido aos relatórios do próprio governo que sugerem que a proliferação de câmaras de vigilância não teve "efeito sobre os crimes violentos" ou o terrorismo.
As atitudes européias com relação à privacidade variam muito, mas os europeus ocidentais tendem a suspeitar menos da autoridade governamental centralizada do que os americanos. Quando o governo dos EUA anunciou o programa US-VISIT, que exige que todos os estrangeiros que chegam ao país sejam fotografados, tenham suas impressões digitais coletadas e suas informações biométricas incluídas em um banco de dados, não houve protestos oficiais da França e da Alemanha, pois ambos os países já estão planejando coletar as impressões digitais de quem solicitar um visto de entrada. O Brasil, em contraste, retaliou, impondo a identificação de visitantes americanos.
A deferência maior dos europeus à autoridade governamental levou países como a Alemanha e a Grã-Bretanha a adotar medidas de vigilância após 11/9/2001 que, de certa forma, foram além das normas impostas pelos EUA. Em 2002, por exemplo, a Alemanha aprovou uma lei que autoriza o governo a criar um banco de dados centralizado com informações pessoais sobre estrangeiros, incluindo suas impressões digitais e sua filiação religiosa. A lei também autoriza a inclusão de dados biométricos, como impressões digitais, nas cédulas de identidade dos alemães. Além disso, ela apóia explicitamente a coleta de dados em ampla escala, exigindo que as agências governamentais repassem os dados pessoais à polícia federal.
Na Grã-Bretanha, onde se é ainda menos desconfiado com a vigilância governamental do que na Alemanha, devido à experiência diferente com relação ao fascismo e ao comunismo, o aumento do poder de vigilância tem sido maior. Leis antiterroristas aprovadas em 2000 e 2001 permitem que a polícia prenda sem mandato quaisquer pessoas suspeitas de terrorismo. Elas podem ficar detidas durante 48 horas sem direito à presença de um advogado. A polícia também pode tirar impressões digitais, fotografar e procurar sinais característicos no corpo dos suspeitos sem o consentimento destes. Qualquer estrangeiro suspeito de terrorismo pode ser detido por tempo indeterminado sem julgamento. (Newsweek, edição européia)
Cada vez mais os governos ganham experiência na coleta de informações pessoais e, finalmente, poderão implantar o controle total sobre os indivíduos.
Quando lemos artigos sobre segurança internacional e combate ao terrorismo, devemos ter em mente duas palavras: "controle" e "identificação". Se formos realistas, concluiremos que esses procedimentos de segurança são praticamente inúteis. Os terroristas conhecem como eles funcionam e simplesmente procuram por alguma falha inevitável no esquema para escaparem da identificação.
O terrorismo sempre está um passo à frente, apesar dos governos prometerem proteção aos cidadãos. Os ataques de 11 de setembro nos EUA revelaram a completa falha de todo o sistema. Parece que a maioria não percebe que a tecnologia teve pouca relação com os atos terroristas, que foram cometidos utilizando estiletes como armas. Tais atentados poderiam ser repetidos? Terroristas que atenderem a todas as exigências de segurança podem embarcar num avião e dominar a tripulação, inutilizando completamente toda a sofisticada tecnologia implantada em nome da proteção contra atentados.
Portanto, a questão é: qual a verdadeira razão da preocupação global com a segurança? Ela é cada vez mais destacada para que se cumpram as profecias bíblicas! Os cidadãos de todos os países estão sendo educados para se submeterem a esses procedimentos. Realizando-os, os governos ganham experiência na coleta de informações pessoais e, finalmente, poderão implantar o controle total sobre os indivíduos. Não importa a nação em que vivemos e o tipo de governo que temos – no final das contas se cumprirá o que Apocalipse 13.16 diz sobre a marca da besta. (Arno Froese - http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, novembro de 2004.
Revista mensal que trata de vida cristã, defesa da fé, profecias, acontecimentos mundiais e muito mais. Veja como a Bíblia descreveu no passado o mundo em que vivemos hoje, e o de amanhã também. Assine aqui »
Os Estados Unidos estão liderando a Europa e o restante do mundo em direção a uma nova era de vigilância. Na esteira dos atentados de setembro de 2001, os EUA têm produzido tecnologias de segurança que vão desde a coleta de dados nos aeroportos até sistemas de biometria para identificar os visitantes que chegam ao país. Essas tecnologias têm sido exportadas e adotadas ao redor do globo. Entretanto, enquanto a cultura americana libertária e antigovernamental talvez protegerá seus cidadãos dos piores excessos da vigilância das autoridades, os europeus poderão não ter a mesma sorte.
O público britânico, com sua confiança instintiva no governo, tem se mostrado indiferente diante do avanço da vigilância. Mais preocupado em se sentir seguro do que estar em segurança, ele não tem reagido aos relatórios do próprio governo que sugerem que a proliferação de câmaras de vigilância não teve "efeito sobre os crimes violentos" ou o terrorismo.
As atitudes européias com relação à privacidade variam muito, mas os europeus ocidentais tendem a suspeitar menos da autoridade governamental centralizada do que os americanos. Quando o governo dos EUA anunciou o programa US-VISIT, que exige que todos os estrangeiros que chegam ao país sejam fotografados, tenham suas impressões digitais coletadas e suas informações biométricas incluídas em um banco de dados, não houve protestos oficiais da França e da Alemanha, pois ambos os países já estão planejando coletar as impressões digitais de quem solicitar um visto de entrada. O Brasil, em contraste, retaliou, impondo a identificação de visitantes americanos.
A deferência maior dos europeus à autoridade governamental levou países como a Alemanha e a Grã-Bretanha a adotar medidas de vigilância após 11/9/2001 que, de certa forma, foram além das normas impostas pelos EUA. Em 2002, por exemplo, a Alemanha aprovou uma lei que autoriza o governo a criar um banco de dados centralizado com informações pessoais sobre estrangeiros, incluindo suas impressões digitais e sua filiação religiosa. A lei também autoriza a inclusão de dados biométricos, como impressões digitais, nas cédulas de identidade dos alemães. Além disso, ela apóia explicitamente a coleta de dados em ampla escala, exigindo que as agências governamentais repassem os dados pessoais à polícia federal.
Na Grã-Bretanha, onde se é ainda menos desconfiado com a vigilância governamental do que na Alemanha, devido à experiência diferente com relação ao fascismo e ao comunismo, o aumento do poder de vigilância tem sido maior. Leis antiterroristas aprovadas em 2000 e 2001 permitem que a polícia prenda sem mandato quaisquer pessoas suspeitas de terrorismo. Elas podem ficar detidas durante 48 horas sem direito à presença de um advogado. A polícia também pode tirar impressões digitais, fotografar e procurar sinais característicos no corpo dos suspeitos sem o consentimento destes. Qualquer estrangeiro suspeito de terrorismo pode ser detido por tempo indeterminado sem julgamento. (Newsweek, edição européia)
Cada vez mais os governos ganham experiência na coleta de informações pessoais e, finalmente, poderão implantar o controle total sobre os indivíduos.
Quando lemos artigos sobre segurança internacional e combate ao terrorismo, devemos ter em mente duas palavras: "controle" e "identificação". Se formos realistas, concluiremos que esses procedimentos de segurança são praticamente inúteis. Os terroristas conhecem como eles funcionam e simplesmente procuram por alguma falha inevitável no esquema para escaparem da identificação.
O terrorismo sempre está um passo à frente, apesar dos governos prometerem proteção aos cidadãos. Os ataques de 11 de setembro nos EUA revelaram a completa falha de todo o sistema. Parece que a maioria não percebe que a tecnologia teve pouca relação com os atos terroristas, que foram cometidos utilizando estiletes como armas. Tais atentados poderiam ser repetidos? Terroristas que atenderem a todas as exigências de segurança podem embarcar num avião e dominar a tripulação, inutilizando completamente toda a sofisticada tecnologia implantada em nome da proteção contra atentados.
Portanto, a questão é: qual a verdadeira razão da preocupação global com a segurança? Ela é cada vez mais destacada para que se cumpram as profecias bíblicas! Os cidadãos de todos os países estão sendo educados para se submeterem a esses procedimentos. Realizando-os, os governos ganham experiência na coleta de informações pessoais e, finalmente, poderão implantar o controle total sobre os indivíduos. Não importa a nação em que vivemos e o tipo de governo que temos – no final das contas se cumprirá o que Apocalipse 13.16 diz sobre a marca da besta. (Arno Froese - http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, novembro de 2004.
Revista mensal que trata de vida cristã, defesa da fé, profecias, acontecimentos mundiais e muito mais. Veja como a Bíblia descreveu no passado o mundo em que vivemos hoje, e o de amanhã também. Assine aqui »
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
QUAL RELIGIÃO É A CERTA?
QUAL RELIGIÃO É A CERTA?
Embora o mundo nos apresente uma infinidade de religiões, a Escritura Sagrada não segue dessa forma.
Seria essa que a Escritura ensina, realmente a que você segue? Você já procurou na Escritura as passagens que falam sobre religião? Se queremos fazer a vontade do Salvador, é óbvio que devemos compreender qual a sua vontade, e como compreenderemos? Ouvindo um líder religioso nos ensinando? Participando de um movimento religioso de alguma espécie? ou consultando a Escritura? quantas religiões existem no mundo?
E quantas existem na Escritura?
E se eu te disser que ao contrário do mundo onde existem várias, na escritura só existe uma?
Você acreditaria em mim? Veja:
22 E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.
Se você ouviu ou leu e compreendeu, pratique!
23 Pois se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante a um homem que contempla no espelho o seu rosto natural;
24 porque se contempla a si mesmo e vai-se, e logo se esquece de como era.
Se não colocar em prática o que aprende, logo você se esquece
25 Entretanto aquele que atenta bem para a lei perfeita, a da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas executor da obra, este será bem-aventurado no que fizer.
Procure ler as epístolas de João na integra e sem preguiça para entender a Lei do criador e praticá-la
26 Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião é vã.
"Refreia a língua", não tem a ver com falar demais. Significa, apenas falar mas não praticar, ou seja: Não cumprir a lei do Criador: O amor ao próximo"
Não seja religioso, más pratique a religião. E qual é ela? veja:
27 A religião pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo.
Agora é sua vez de responder:
É essa a sua religião também?
Embora o mundo nos apresente uma infinidade de religiões, a Escritura Sagrada não segue dessa forma.
Seria essa que a Escritura ensina, realmente a que você segue? Você já procurou na Escritura as passagens que falam sobre religião? Se queremos fazer a vontade do Salvador, é óbvio que devemos compreender qual a sua vontade, e como compreenderemos? Ouvindo um líder religioso nos ensinando? Participando de um movimento religioso de alguma espécie? ou consultando a Escritura? quantas religiões existem no mundo?
E quantas existem na Escritura?
E se eu te disser que ao contrário do mundo onde existem várias, na escritura só existe uma?
Você acreditaria em mim? Veja:
22 E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.
Se você ouviu ou leu e compreendeu, pratique!
23 Pois se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante a um homem que contempla no espelho o seu rosto natural;
24 porque se contempla a si mesmo e vai-se, e logo se esquece de como era.
Se não colocar em prática o que aprende, logo você se esquece
25 Entretanto aquele que atenta bem para a lei perfeita, a da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas executor da obra, este será bem-aventurado no que fizer.
Procure ler as epístolas de João na integra e sem preguiça para entender a Lei do criador e praticá-la
26 Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião é vã.
"Refreia a língua", não tem a ver com falar demais. Significa, apenas falar mas não praticar, ou seja: Não cumprir a lei do Criador: O amor ao próximo"
Não seja religioso, más pratique a religião. E qual é ela? veja:
27 A religião pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo.
Agora é sua vez de responder:
É essa a sua religião também?
Quem eram as quase 5 mil pessoas que se converteram na pregação de Pedro e João em atos?
Quem eram as quase 5 mil pessoas que se converteram na pregação de Pedro e João em atos?
Pedro e João subiram no templo na hora nona para orar e lá pregaram o verdadeiro evangelho, ali dentro haviam quase 5 mil homens que serviam a lei de Moisés e ao ouvir a pregação de Pedro e João, se converteram a graça do salvador e a Sã Doutrina segundo a piedade anunciada pelos servos do Salvador. Esse é um daqueles casos em que os Lideres Religiosos ao pregar sobre esse tema, preferem não dar muitas explicações a fim de não revelar os detalhes sobre esse momento. E Quais são esses Detalhes? Eles ensinam como se Pedro e João fizessem parte do Sistema Religioso e estivessem em parceria com os Lideres Religiosos daquela época, os Sacerdotes, Presbíteros, Capitães do Templo, Fariseus e Saduceus. Más isso não é verdade, pois estes lideres Religiosos queriam matá-lo por causa da sua pregação e por perder quase 5 mil adeptos de uma só vez. Como conseguem nos ensinar de uma forma tão diferente da que está escrita? Simples: Falam palavras de sua própria boca durante vários minutos e nos mandam constatar na bíblia os versículos que afirmam o que dizem. Más se você ler de forma linear, verá o que realmente se passa naquele momento.
Agora é sua vez de responder:
Porque você continua lendo a bíblia apenas nas partes que te mandam e não faz uma leitura linear dela? Acaso tem medo de conhecer a verdade?
Pedro e João subiram no templo na hora nona para orar e lá pregaram o verdadeiro evangelho, ali dentro haviam quase 5 mil homens que serviam a lei de Moisés e ao ouvir a pregação de Pedro e João, se converteram a graça do salvador e a Sã Doutrina segundo a piedade anunciada pelos servos do Salvador. Esse é um daqueles casos em que os Lideres Religiosos ao pregar sobre esse tema, preferem não dar muitas explicações a fim de não revelar os detalhes sobre esse momento. E Quais são esses Detalhes? Eles ensinam como se Pedro e João fizessem parte do Sistema Religioso e estivessem em parceria com os Lideres Religiosos daquela época, os Sacerdotes, Presbíteros, Capitães do Templo, Fariseus e Saduceus. Más isso não é verdade, pois estes lideres Religiosos queriam matá-lo por causa da sua pregação e por perder quase 5 mil adeptos de uma só vez. Como conseguem nos ensinar de uma forma tão diferente da que está escrita? Simples: Falam palavras de sua própria boca durante vários minutos e nos mandam constatar na bíblia os versículos que afirmam o que dizem. Más se você ler de forma linear, verá o que realmente se passa naquele momento.
Agora é sua vez de responder:
Porque você continua lendo a bíblia apenas nas partes que te mandam e não faz uma leitura linear dela? Acaso tem medo de conhecer a verdade?
A Segurança da Bíblia: Consideremos essas palavras de Allan Kardec: "No cristianismo encontram-se todas as verdades" (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5). A Bíblia sempre foi a única base doutrinária e regra de fé e conduta dos verdadeiros cristãos. Em 2ª Timóteo 3.16 está escrito: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça".
Jesus Cristo, tido pelo Kardecismo como a segunda revelação de Deus aos homens (Moisés seria a primeira), afirmou a solidez e a inspiração plenária da Bíblia. Em João 17.17, orando ao Pai, Ele diz: "A tua palavra é a verdade" (cf. Salmo 119.160). Quando tentado, sempre usando a expressão "está escrito", Ele respondeu citando o texto de Deuteronômio 8.3: "Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mateus 4.4). Em Mateus 24.35 diz: "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão". Ele sempre usou a Bíblia para ensinar, redargüir, corrigir ou instruir em justiça.
Aos saduceus, que não criam na ressurreição, Jesus respondeu: "Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus" (Mateus 22.29). Jesus ainda nos manda examinar as Escrituras, pois são elas que testificam da Sua obra redentora: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida" (João 5.39-40).
Na parábola do rico e de Lázaro (Lucas 16.19-31), Jesus mais uma vez demonstra a Sua convicção nas Escrituras ao narrar a resposta dada pelo patriarca Abraão ao rico, quando este, no Sheol-Hades (inferno), lhe pedira que enviasse Lázaro aos seus irmãos: "Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos" (versículo 29). Jesus reporta-se a Moisés e aos Profetas para nos informar que nenhuma outra forma de revelação poderia ser apresentada aos homens (inclusive a mediúnica), pois, por meio de ambos, foi-nos dada a verdadeira revelação – a Bíblia.
O Que a Bíblia diz Sobre Reencarnação? O Minidicionário Aurélio conceitua o verbo Reencarnar da seguinte forma: "1. Reassumir (o espírito) a forma material. 2. Tornar a encarnar". Ao contrário da ressurreição, que é a volta do espírito ao mesmo corpo, a reencarnação significa o retorno do espírito a um novo corpo, sucessivamente, até alcançar a evolução.
Na verdade, a não ser por meio de uma exegese forçada, não há na Bíblia qualquer referência direta ou indireta à reencarnação. Ao contrário, as Escrituras ensinam que, da mesma maneira como Jesus veio ao mundo uma só vez, também ao homem está ordenado morrer uma única vez: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação" (Hebreus 9.27). O sacrifício único de Jesus, ao morrer na cruz, é mais que suficiente para nos libertar dos pecados e nos conduzir a Deus: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" (1 Pedro 3.18).
Todo o ensinamento bíblico é no sentido de que só poderemos morrer uma única vez até o juízo final de Deus. Jesus não somente ressuscitou três dias após Sua morte, como também incluiu a ressurreição entre os Seus milagres (João 11.11-44). Diversas outras passagens da Bíblia demonstram a realidade da ressurreição (Daniel 12.2; Isaías 26.19; Oséias 6.2; 1 Coríntios 15.21-22; João 5.28-29; Atos 24.15; Apocalipse 20.6). Em todos esses textos, ressuscitar significa o retorno do espírito ao seu próprio corpo (ver também 1 Coríntios 15.12-22).
Então, se não Existe Reencarnação, o que Faço Para ser Salvo? A resposta está em Atos 16.31: "...Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e tua casa". Somente através da nossa fé, pura e incondicional, é que obteremos a salvação, mediante Jesus Cristo. Ele mesmo disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá" (João 11.25). Não há outro caminho e nenhuma outra verdade além desta (veja João 14.6). Não adianta esperar uma outra existência, pois esta é a única oportunidade. Jesus, somente Ele, é quem nos dá a vida eterna: "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão" (João 10.28). Então, busque hoje mesmo a Jesus Cristo, entregue-Lhe seu coração e Ele o ouvirá: "Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Romanos 10.13). (M. Martins - http://www.chamada.com.br)
Jesus Cristo, tido pelo Kardecismo como a segunda revelação de Deus aos homens (Moisés seria a primeira), afirmou a solidez e a inspiração plenária da Bíblia. Em João 17.17, orando ao Pai, Ele diz: "A tua palavra é a verdade" (cf. Salmo 119.160). Quando tentado, sempre usando a expressão "está escrito", Ele respondeu citando o texto de Deuteronômio 8.3: "Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mateus 4.4). Em Mateus 24.35 diz: "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão". Ele sempre usou a Bíblia para ensinar, redargüir, corrigir ou instruir em justiça.
Aos saduceus, que não criam na ressurreição, Jesus respondeu: "Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus" (Mateus 22.29). Jesus ainda nos manda examinar as Escrituras, pois são elas que testificam da Sua obra redentora: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida" (João 5.39-40).
Na parábola do rico e de Lázaro (Lucas 16.19-31), Jesus mais uma vez demonstra a Sua convicção nas Escrituras ao narrar a resposta dada pelo patriarca Abraão ao rico, quando este, no Sheol-Hades (inferno), lhe pedira que enviasse Lázaro aos seus irmãos: "Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos" (versículo 29). Jesus reporta-se a Moisés e aos Profetas para nos informar que nenhuma outra forma de revelação poderia ser apresentada aos homens (inclusive a mediúnica), pois, por meio de ambos, foi-nos dada a verdadeira revelação – a Bíblia.
O Que a Bíblia diz Sobre Reencarnação? O Minidicionário Aurélio conceitua o verbo Reencarnar da seguinte forma: "1. Reassumir (o espírito) a forma material. 2. Tornar a encarnar". Ao contrário da ressurreição, que é a volta do espírito ao mesmo corpo, a reencarnação significa o retorno do espírito a um novo corpo, sucessivamente, até alcançar a evolução.
Na verdade, a não ser por meio de uma exegese forçada, não há na Bíblia qualquer referência direta ou indireta à reencarnação. Ao contrário, as Escrituras ensinam que, da mesma maneira como Jesus veio ao mundo uma só vez, também ao homem está ordenado morrer uma única vez: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação" (Hebreus 9.27). O sacrifício único de Jesus, ao morrer na cruz, é mais que suficiente para nos libertar dos pecados e nos conduzir a Deus: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" (1 Pedro 3.18).
Todo o ensinamento bíblico é no sentido de que só poderemos morrer uma única vez até o juízo final de Deus. Jesus não somente ressuscitou três dias após Sua morte, como também incluiu a ressurreição entre os Seus milagres (João 11.11-44). Diversas outras passagens da Bíblia demonstram a realidade da ressurreição (Daniel 12.2; Isaías 26.19; Oséias 6.2; 1 Coríntios 15.21-22; João 5.28-29; Atos 24.15; Apocalipse 20.6). Em todos esses textos, ressuscitar significa o retorno do espírito ao seu próprio corpo (ver também 1 Coríntios 15.12-22).
Então, se não Existe Reencarnação, o que Faço Para ser Salvo? A resposta está em Atos 16.31: "...Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e tua casa". Somente através da nossa fé, pura e incondicional, é que obteremos a salvação, mediante Jesus Cristo. Ele mesmo disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá" (João 11.25). Não há outro caminho e nenhuma outra verdade além desta (veja João 14.6). Não adianta esperar uma outra existência, pois esta é a única oportunidade. Jesus, somente Ele, é quem nos dá a vida eterna: "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão" (João 10.28). Então, busque hoje mesmo a Jesus Cristo, entregue-Lhe seu coração e Ele o ouvirá: "Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Romanos 10.13). (M. Martins - http://www.chamada.com.br)
A verdade sobre o milenio
"Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu". Inúmeras vezes por dia, há quase 2000 anos, crentes em todo o mundo fazem essa oração, seguindo o modelo que Jesus deu aos Seus discípulos, conforme registrado em Mateus 6.9-13 e Lucas 11.2-4. O que pedimos com essas palavras?
Em toda a história, o mundo conheceu muitos reinos, dinastias e impérios. Eles ascenderam e decaíram, passando pelas páginas da história como folhas num dia de outono. Alguns foram espetaculares e repletos de esplendor, outros escravizaram e massacraram suas populações. Não importa como lembramos deles, todos têm o mesmo denominador comum – líderes humanos. Mesmo hoje em dia muitos acreditam que, se conseguíssemos colocar as pessoas certas nos cargos políticos, a humanidade ficaria livre para alcançar seu pleno potencial.
Há muitas interpretações da história e de sua relação com o futuro. Alguns acham que é cíclica, outros lembram com saudade de uma "era dourada". Alguns dizem que ela progride conforme as "leis da natureza", outros dizem que está regredindo por causa dessas mesmas leis. Em tudo isso, a Bíblia dá uma resposta clara e certa às perguntas sobre o futuro. A história e os eventos humanos têm uma direção e haverá um reino futuro glorioso. As orações dos crentes serão respondidas e o próprio Deus, na Pessoa de Jesus Cristo, a segunda pessoa da Trindade, reinará e governará na terra durante 1000 anos no Milênio. O melhor ainda está por vir!
A história humana está inserida entre dois paraísos. O primeiro paraíso começou no Jardim do Éden, mas a queda em pecado trouxe a dor e a tristeza decorrentes do castigo de Deus. A humanidade recebeu ordem de transformar o jardim na cidade de Deus. Mas ao invés da Nova Jerusalém, o resultado foi a Babilônia e o reino do homem. Com a intervenção de Cristo na história (primeiro em humildade, futuramente em glória), a humanidade ainda retornará ao paraíso, dessa vez numa cidade – a Nova Jerusalém.
A história atual está se aproximando do estabelecimento da vitória e do reino de Deus na terra por meio de Jesus Cristo e Seu povo. Mas quais são os detalhes? O que a Bíblia ensina sobre o Milênio futuro? Na verdade a Bíblia tem muito a dizer sobre esse assunto. Vamos examinar juntos seus ensinamentos.
O Que é o Milênio?
Onde a Bíblia ensina sobre o Milênio?
Se você procurar a palavra Milênio em uma concordância bíblica, provavelmente ficará frustrado. Há várias passagens bíblicas que ensinam sobre o Milênio, apesar de a palavra em si não ser mencionada. O Milênio é uma doutrina bíblica e um conceito teológico derivado de várias passagens. Assim como muitos termos teológicos, a palavra Milênio vem do latim. Refere-se ao período de tempo em que a Bíblia diz que o Reino do Messias será estabelecido na terra antes do fim da história.
A palavra Milênio vem do latim mille, que significa "mil", (a palavra grega para Milênio vem de chilias, que significa "um mil"), e annus, que significa [em latim] "ano", [etos em grego]. O termo grego é usado seis vezes no texto original do capítulo vinte de Apocalipse para definir a duração do reino de Cristo na terra antes da destruição do velho céu e da velha terra. Então, a palavra Milênio refere-se aos mil anos do futuro reinado de Cristo que precederão a eternidade.[1]
Várias passagens do Velho Testamento falam sobre um tempo futuro de verdadeira paz e prosperidade para os seguidores justos de Deus, sob o reinado benevolente e físico de Jesus Cristo na terra. Zacarias 14.9 fala sobre esse período, dizendo: "O Senhor será Rei sobre toda a terra; naquele dia, um só será o Senhor, e um só será o seu nome". A passagem continua nos versículos 16-21, descrevendo algumas das condições reinantes no Milênio. Apesar de toda a Bíblia falar descritivamente sobre o Milênio, apenas no último livro – Apocalipse – a duração do Seu reinado foi revelada.
Isaías (700 anos a.C.) previu essa era futura:
"Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos. Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor, de Jerusalém. Ele julgará entre os povos e corrigirá muitas nações; estas converterão as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra" (Isaías 2.2-4).
Alguns capítulos adiante, ele escreve novamente sobre o Milênio:
"O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; o leão comerá palha como o boi. A criança de peito brincará sobre a toca da áspide, e o já desmamado meterá a mão na cova do basilisco. Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar" (Isaías 11.6-9).
Outras passagens do Velho Testamento que tratam detalhadamente a respeito, incluem: Salmo 2.6-9; Isaías 65.18-23; Jeremias 31.12-14; Ezequiel 34.25-29; 37.1-14; 40-48; Daniel 2.35; 7.13-14; Joel 2.21-27; Amós 9.13-15; Miquéias 4.1-7 e Sofonias 3.9-20. Esses versículos são apenas algumas das várias passagens relacionadas a esse assunto, escritas antes da primeira vinda de Cristo. O estudioso em profecias David Larsen resume esses textos dizendo sucintamente: "grande parte da profecia do Velho Testamento indica o estabelecimento de um reino de paz na terra em que a lei sairá do Monte Sião".[2]
O Novo Testamento também dá testemunho desse reino vindouro, dando continuidade à visão do Velho Testamento de um Reino Milenar futuro. Jesus falou sobre o Reino Milenar durante a ceia de Páscoa, antes de ser traído e crucificado:
"A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai" (Mateus 26.27-29; veja também Marcos 14.25; Lucas 22.18).
A passagem mais extensa sobre o Milênio está em Apocalipse 20, em que João descreve uma seqüência cronológica – a prisão, a rebelião e o julgamento de Satanás no Milênio. Alguns teólogos também acreditam que Apocalipse 21.9-27 descreve a Nova Jerusalém durante o Milênio. Isso não é provável, porque a passagem se refere ao Estado Eterno, o que é apoiado pelo desenvolvimento seqüencial do texto desde o Milênio em Apocalipse 20 até o Estado Eterno em Apocalipse 21. Ainda outros acreditam numa posição intermediária e vêem a passagem como uma descrição da morada eterna dos santos ressurretos durante o Milênio.[3]
O reino futuro de Deus terá duas fases distintas, o Milênio e o Estado Eterno. Mas a maior ênfase da Bíblia está no reinado de mil anos de Cristo no Seu futuro reino conhecido como Milênio. O Milênio é uma realidade bíblica futura. Segundo a Bíblia, a vida na terra ficará melhor, mas não antes de piorar por um período de sete anos conhecido como a Tribulação.
Qual a relação entre Israel e o Milênio?
Israel e Jerusalém terão um papel muito importante no Milênio. O Milênio é a ocasião da restauração final física e espiritual de Israel. A restauração é descrita em Ezequiel 37 e resumida nos versículos 21-22:
"Dize-lhes, pois: Assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei para a sua própria terra. Farei deles uma só nação na terra, nos montes de Israel, e um só rei será rei de todos eles. Nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos."
Israel e Jerusalém realmente serão uma terra santa e uma cidade santa. O profeta Isaías escreve:
"Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio; porque eis que crio para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo. E exultarei por causa de Jerusalém e me alegrarei no meu povo, e nunca mais se ouvirá nela nem voz de choro nem de clamor. Não haverá mais nela criança para viver poucos dias, nem velho que não cumpra os seus; porque morrer aos cem anos é morrer ainda jovem, e quem pecar só aos cem anos será amaldiçoado. Eles edificarão casas e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque a longevidade do meu povo será como a da árvore, e os meus eleitos desfrutarão de todo as obras das suas próprias mãos. Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a calamidade, porque são a posteridade bendita do Senhor, e os seus filhos estarão com eles" (Isaías 65.18-23).
A restauração de Israel incluirá a regeneração, reunião e posse da Terra, e o restabelecimento do trono davídico.[4] Há várias outras características da restauração que acompanharão os eventos descritos acima. Segundo Jeremias 3.18 e Ezequiel 37.15-23, a nação será reunida de tal forma que a antiga divisão entre Israel e Judá será eliminada. Como nação, Israel se tornará o centro das atenções para os gentios (Isaías 14.1-2; 49.22-23; Sofonias 3.20; Zacarias 8.23) e desfrutará de todas as condições físicas e espirituais mencionadas anteriormente (Isaías 32.16-20; 35.5-10; 51.3; 55.12-13; 61.10-11).[5]
É difícil subestimar a importância e o papel da redenção e restauração de Israel no Milênio. David Larsen escreve:
Na filosofia grega, especialmente em Platão, encontramos uma profunda antipatia pela matéria, por exemplo, quando defendem que o corpo é a prisão da alma. Os hebreus, em comparação, eram um povo terreno porque Deus declarou boa a ordem física que criou. Mas a matéria boa foi deturpada pelo pecado humano. A ordem criada precisa obter e obterá redenção (Romanos 8.19-22). Cristo reinará por 1.000 anos tendo Jerusalém como Seu centro de governo aqui na terra. Essa será a era dourada que os profetas previram. Então não nos surpreendemos que o reino terreno de Cristo tenha um elenco judaico.[6]
Qual a relação entre a Igreja e o Milênio?
No Arrebatamento, a Igreja será removida da terra e estará presente com Cristo por toda a Tribulação. A Igreja será julgada por suas obras no tribunal de Cristo depois do Arrebatamento e participará das bênçãos do Reino Milenar (Romanos 14.10-12; 1 Coríntios 3.11-16; 4.1-5; 9.24-27; 2 Coríntios 5.10-11; 2 Timóteo 4.8).
Em Mateus 19.28, Jesus disse aos Seus discípulos que estariam com Ele no reino e reinariam sobre as 12 tribos de Israel. Além disso, em 2 Timóteo 2.12, Paulo escreve: "se perseveramos, também com ele reinaremos". Em Apocalipse 20.4 aprendemos que os santos martirizados na Tribulação também participarão do reinado de Cristo. Dois versículos depois, em Apocalipse 20.6, lemos que todos os que fizeram parte da primeira ressurreição reinarão com Cristo.
Já que o céu fica acima da terra, algumas pessoas sugerem que o papel celestial da Igreja como Noiva de Cristo é maior que qualquer papel terreno, inclusive superior ao lugar de Israel como líder das nações. Talvez seja melhor ver cada um na liderança das suas respectivas esferas, distintas mas equivalentes – Israel na esfera terrena e a Igreja na celestial. De qualquer forma, o propósito principal do Milênio é a restauração de Israel e o reinado de Cristo sobre ele; a Igreja como Noiva de Cristo não estará ausente das atividade do Milênio. (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)
Em toda a história, o mundo conheceu muitos reinos, dinastias e impérios. Eles ascenderam e decaíram, passando pelas páginas da história como folhas num dia de outono. Alguns foram espetaculares e repletos de esplendor, outros escravizaram e massacraram suas populações. Não importa como lembramos deles, todos têm o mesmo denominador comum – líderes humanos. Mesmo hoje em dia muitos acreditam que, se conseguíssemos colocar as pessoas certas nos cargos políticos, a humanidade ficaria livre para alcançar seu pleno potencial.
Há muitas interpretações da história e de sua relação com o futuro. Alguns acham que é cíclica, outros lembram com saudade de uma "era dourada". Alguns dizem que ela progride conforme as "leis da natureza", outros dizem que está regredindo por causa dessas mesmas leis. Em tudo isso, a Bíblia dá uma resposta clara e certa às perguntas sobre o futuro. A história e os eventos humanos têm uma direção e haverá um reino futuro glorioso. As orações dos crentes serão respondidas e o próprio Deus, na Pessoa de Jesus Cristo, a segunda pessoa da Trindade, reinará e governará na terra durante 1000 anos no Milênio. O melhor ainda está por vir!
A história humana está inserida entre dois paraísos. O primeiro paraíso começou no Jardim do Éden, mas a queda em pecado trouxe a dor e a tristeza decorrentes do castigo de Deus. A humanidade recebeu ordem de transformar o jardim na cidade de Deus. Mas ao invés da Nova Jerusalém, o resultado foi a Babilônia e o reino do homem. Com a intervenção de Cristo na história (primeiro em humildade, futuramente em glória), a humanidade ainda retornará ao paraíso, dessa vez numa cidade – a Nova Jerusalém.
A história atual está se aproximando do estabelecimento da vitória e do reino de Deus na terra por meio de Jesus Cristo e Seu povo. Mas quais são os detalhes? O que a Bíblia ensina sobre o Milênio futuro? Na verdade a Bíblia tem muito a dizer sobre esse assunto. Vamos examinar juntos seus ensinamentos.
O Que é o Milênio?
Onde a Bíblia ensina sobre o Milênio?
Se você procurar a palavra Milênio em uma concordância bíblica, provavelmente ficará frustrado. Há várias passagens bíblicas que ensinam sobre o Milênio, apesar de a palavra em si não ser mencionada. O Milênio é uma doutrina bíblica e um conceito teológico derivado de várias passagens. Assim como muitos termos teológicos, a palavra Milênio vem do latim. Refere-se ao período de tempo em que a Bíblia diz que o Reino do Messias será estabelecido na terra antes do fim da história.
A palavra Milênio vem do latim mille, que significa "mil", (a palavra grega para Milênio vem de chilias, que significa "um mil"), e annus, que significa [em latim] "ano", [etos em grego]. O termo grego é usado seis vezes no texto original do capítulo vinte de Apocalipse para definir a duração do reino de Cristo na terra antes da destruição do velho céu e da velha terra. Então, a palavra Milênio refere-se aos mil anos do futuro reinado de Cristo que precederão a eternidade.[1]
Várias passagens do Velho Testamento falam sobre um tempo futuro de verdadeira paz e prosperidade para os seguidores justos de Deus, sob o reinado benevolente e físico de Jesus Cristo na terra. Zacarias 14.9 fala sobre esse período, dizendo: "O Senhor será Rei sobre toda a terra; naquele dia, um só será o Senhor, e um só será o seu nome". A passagem continua nos versículos 16-21, descrevendo algumas das condições reinantes no Milênio. Apesar de toda a Bíblia falar descritivamente sobre o Milênio, apenas no último livro – Apocalipse – a duração do Seu reinado foi revelada.
Isaías (700 anos a.C.) previu essa era futura:
"Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos. Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor, de Jerusalém. Ele julgará entre os povos e corrigirá muitas nações; estas converterão as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra" (Isaías 2.2-4).
Alguns capítulos adiante, ele escreve novamente sobre o Milênio:
"O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; o leão comerá palha como o boi. A criança de peito brincará sobre a toca da áspide, e o já desmamado meterá a mão na cova do basilisco. Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar" (Isaías 11.6-9).
Outras passagens do Velho Testamento que tratam detalhadamente a respeito, incluem: Salmo 2.6-9; Isaías 65.18-23; Jeremias 31.12-14; Ezequiel 34.25-29; 37.1-14; 40-48; Daniel 2.35; 7.13-14; Joel 2.21-27; Amós 9.13-15; Miquéias 4.1-7 e Sofonias 3.9-20. Esses versículos são apenas algumas das várias passagens relacionadas a esse assunto, escritas antes da primeira vinda de Cristo. O estudioso em profecias David Larsen resume esses textos dizendo sucintamente: "grande parte da profecia do Velho Testamento indica o estabelecimento de um reino de paz na terra em que a lei sairá do Monte Sião".[2]
O Novo Testamento também dá testemunho desse reino vindouro, dando continuidade à visão do Velho Testamento de um Reino Milenar futuro. Jesus falou sobre o Reino Milenar durante a ceia de Páscoa, antes de ser traído e crucificado:
"A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai" (Mateus 26.27-29; veja também Marcos 14.25; Lucas 22.18).
A passagem mais extensa sobre o Milênio está em Apocalipse 20, em que João descreve uma seqüência cronológica – a prisão, a rebelião e o julgamento de Satanás no Milênio. Alguns teólogos também acreditam que Apocalipse 21.9-27 descreve a Nova Jerusalém durante o Milênio. Isso não é provável, porque a passagem se refere ao Estado Eterno, o que é apoiado pelo desenvolvimento seqüencial do texto desde o Milênio em Apocalipse 20 até o Estado Eterno em Apocalipse 21. Ainda outros acreditam numa posição intermediária e vêem a passagem como uma descrição da morada eterna dos santos ressurretos durante o Milênio.[3]
O reino futuro de Deus terá duas fases distintas, o Milênio e o Estado Eterno. Mas a maior ênfase da Bíblia está no reinado de mil anos de Cristo no Seu futuro reino conhecido como Milênio. O Milênio é uma realidade bíblica futura. Segundo a Bíblia, a vida na terra ficará melhor, mas não antes de piorar por um período de sete anos conhecido como a Tribulação.
Qual a relação entre Israel e o Milênio?
Israel e Jerusalém terão um papel muito importante no Milênio. O Milênio é a ocasião da restauração final física e espiritual de Israel. A restauração é descrita em Ezequiel 37 e resumida nos versículos 21-22:
"Dize-lhes, pois: Assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei para a sua própria terra. Farei deles uma só nação na terra, nos montes de Israel, e um só rei será rei de todos eles. Nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos."
Israel e Jerusalém realmente serão uma terra santa e uma cidade santa. O profeta Isaías escreve:
"Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio; porque eis que crio para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo. E exultarei por causa de Jerusalém e me alegrarei no meu povo, e nunca mais se ouvirá nela nem voz de choro nem de clamor. Não haverá mais nela criança para viver poucos dias, nem velho que não cumpra os seus; porque morrer aos cem anos é morrer ainda jovem, e quem pecar só aos cem anos será amaldiçoado. Eles edificarão casas e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque a longevidade do meu povo será como a da árvore, e os meus eleitos desfrutarão de todo as obras das suas próprias mãos. Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a calamidade, porque são a posteridade bendita do Senhor, e os seus filhos estarão com eles" (Isaías 65.18-23).
A restauração de Israel incluirá a regeneração, reunião e posse da Terra, e o restabelecimento do trono davídico.[4] Há várias outras características da restauração que acompanharão os eventos descritos acima. Segundo Jeremias 3.18 e Ezequiel 37.15-23, a nação será reunida de tal forma que a antiga divisão entre Israel e Judá será eliminada. Como nação, Israel se tornará o centro das atenções para os gentios (Isaías 14.1-2; 49.22-23; Sofonias 3.20; Zacarias 8.23) e desfrutará de todas as condições físicas e espirituais mencionadas anteriormente (Isaías 32.16-20; 35.5-10; 51.3; 55.12-13; 61.10-11).[5]
É difícil subestimar a importância e o papel da redenção e restauração de Israel no Milênio. David Larsen escreve:
Na filosofia grega, especialmente em Platão, encontramos uma profunda antipatia pela matéria, por exemplo, quando defendem que o corpo é a prisão da alma. Os hebreus, em comparação, eram um povo terreno porque Deus declarou boa a ordem física que criou. Mas a matéria boa foi deturpada pelo pecado humano. A ordem criada precisa obter e obterá redenção (Romanos 8.19-22). Cristo reinará por 1.000 anos tendo Jerusalém como Seu centro de governo aqui na terra. Essa será a era dourada que os profetas previram. Então não nos surpreendemos que o reino terreno de Cristo tenha um elenco judaico.[6]
Qual a relação entre a Igreja e o Milênio?
No Arrebatamento, a Igreja será removida da terra e estará presente com Cristo por toda a Tribulação. A Igreja será julgada por suas obras no tribunal de Cristo depois do Arrebatamento e participará das bênçãos do Reino Milenar (Romanos 14.10-12; 1 Coríntios 3.11-16; 4.1-5; 9.24-27; 2 Coríntios 5.10-11; 2 Timóteo 4.8).
Em Mateus 19.28, Jesus disse aos Seus discípulos que estariam com Ele no reino e reinariam sobre as 12 tribos de Israel. Além disso, em 2 Timóteo 2.12, Paulo escreve: "se perseveramos, também com ele reinaremos". Em Apocalipse 20.4 aprendemos que os santos martirizados na Tribulação também participarão do reinado de Cristo. Dois versículos depois, em Apocalipse 20.6, lemos que todos os que fizeram parte da primeira ressurreição reinarão com Cristo.
Já que o céu fica acima da terra, algumas pessoas sugerem que o papel celestial da Igreja como Noiva de Cristo é maior que qualquer papel terreno, inclusive superior ao lugar de Israel como líder das nações. Talvez seja melhor ver cada um na liderança das suas respectivas esferas, distintas mas equivalentes – Israel na esfera terrena e a Igreja na celestial. De qualquer forma, o propósito principal do Milênio é a restauração de Israel e o reinado de Cristo sobre ele; a Igreja como Noiva de Cristo não estará ausente das atividade do Milênio. (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)
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